O quarto estava mergulhado em penumbra quando Natalie abriu os olhos. As cortinas pesadas filtravam a luz da manhã, e o silêncio da mansão era quase absoluto, exceto pelo som distante do vento batendo contra as janelas. Por um momento, ela ficou ali, deitada, sentindo o calor ainda impregnado nos lençóis — lembranças da noite anterior queimavam na memória, tão vívidas que a pele parecia arder só de pensar.
O corpo doía, não de forma desagradável, mas como consequência das mãos e do toque rude