O toque na cintura foi firme, mas sem pressa. Ele não a puxou — apenas repousou os dedos ali, como quem dizia em silêncio: “Eu posso te arrastar para o abismo… mas vou esperar você dar o primeiro passo.”
— Está com medo de mim, Natalie? — ele perguntou, a voz baixa, quase um sussurro entre ameaça e convite.
Ela demorou um segundo para responder.
— Não sei… — murmurou. — Acho que estou com mais medo de mim mesma.
Os olhos dele brilharam com algo que ela não soube identificar. Orgulho? De