24. Rosete
A toalha de algodão macia cobria parte do meu corpo quando saí do banheiro, o vapor escorrendo pelas paredes e o aroma do sabonete corporal ainda impregnado no ar. Caminhei pelo quarto, ajeitando o robe de seda que havia deixado sobre a poltrona, pronta para me enrolar nele e me deitar por alguns minutos, tentando processar os últimos dias.
Mas então a vi.
Rosete estava parada ali, no meio do quarto, como uma aparição inesperada, as mãos unidas diante do corpo e a expressão mais séria do que eu