Capítulo 9
O momento em que pisei no solo de Sydney, o ar estava denso com o cheiro salgado do oceano e o calor seco do sol.

A amplitude daqui era um contraste gritante com o peso opressivo dos arranha-céus de Nova York. Eu não estava com medo. Na verdade, sentia uma expectativa por essa nova vida.

Puxei minha bagagem até a calçada e conferi o endereço que o agente intermediário havia enviado.

Não era tão longe, mas arrastar malas grandes no transporte público seria impraticável. Usei o celular para chamar um táxi.

O carro chegou rapidamente. O motorista era um homem robusto, com um rosto severo e os braços cobertos por uma mistura de tatuagens antigas e novas, complexas. Ele saiu em silêncio e guardou minhas malas no porta-malas.

Ele deve ter percebido minha tensão. Olhou para mim pelo retrovisor e perguntou, com uma voz áspera e carregada de sotaque:

— Turista? Americana?

— De Nova York. — Respondi, sem dar mais explicações.

Ele grunhiu em resposta e não insistiu, concentrando-se em dirigi
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