Eu e Ronan continuamos viajando juntos, conhecendo inúmeros lugares.
Dois anos depois, chegamos à Alcateia do Luar Celeste e, mais uma vez, nos deparamos com Marcos.
Desta vez, ele parecia extremamente abatido, sem qualquer vestígio da imponência de antes.
Ao me ver, não demonstrou a excitação de outrora; limitou-se a cumprimentar-me de forma suave:
— Luana, há quanto tempo… Este é…
Ele olhou para Ronan, abriu a boca e tornou a fechá-la, incapaz de concluir a pergunta.
Segurei a mão de Ronan com naturalidade e, erguendo-a, mostrei-lhe nossas alianças de companheiros.
— Este é meu companheiro, Ronan.
Virei-me para Ronan e acrescentei, em tom de apresentação:
— Este é Marcos, Alfa da Alcateia do Luar Celeste.
Mas o brilho nos olhos de Marcos se apagou de imediato. Com a voz seca, interrompeu:
— Não… Já não sou mais o Alfa.
Então soube que ele havia cedido o direito de sucessão ao irmão e agora vagava sozinho pelo mundo.
Assenti levemente, sem demonstrar qualquer interesse. Já ia puxar Ro