Empurrando a porta da mansão, ainda com o corpo fraco, meus passos congelaram de repente.Elena estava deitada de lado no sofá da sala, enquanto Marcos segurava uma tigela de sopa e, com todo cuidado, levava-a à boca dela colher por colher.Ao ouvir o som da porta, Marcos levantou a cabeça bruscamente e, ao me ver, se apressou em se levantar:— Você voltou? — Colocou a tigela sobre a mesa e, só então, percebeu a palidez do meu rosto. — O que houve? Está doente?— Nada demais, apenas o período menstrual. — Menti sem alterar a expressão. Ele nem sequer sabia que eu havia sido envenenada por uma cobra.Marcos assentiu, sem insistir:— Que bom que não é nada grave.Baixei a cabeça, prestes a sair, mas ele se colocou à minha frente, bloqueando meu caminho:— Luana, há dois dias você fez Elena se assustar a ponto de quase perder o bebê, mas ela, generosa, não quer que você se desculpe. Ainda assim, vá preparar para ela uma refeição nutritiva, como forma de compensação.Fiquei imóvel por um i
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