Fellipo não desviava os olhos de Cecília enquanto segurava a colher com um pequeno pedaço de comida, trazendo até os lábios dela.
— Abre, amor… — ele pediu com um sorriso suave.
Cecília sentia o rosto esquentar. Estava acostumada a ele ser intenso, possessivo, mas agora ele estava sendo de um jeito que a deixava ainda mais vulnerável: gentil, paciente, amoroso.
— Eu posso comer sozinha, sabia? — ela tentou argumentar, mas a voz saiu fraca.
— Eu sei. Mas eu quero cuidar de você. Deixa, vai…
Ela s