O cano frio da arma pressionado contra minha têmpora fazia cada segundo parecer uma eternidade. Catarina mantinha um sorriso cruel nos lábios, e seus olhos estavam repletos de uma satisfação sádica. Lorenzo estava imóvel, os punhos cerrados, os músculos retesados como um animal prestes a atacar.
— Onde está o meu filho? — minha voz saiu baixa, controlada, mas repleta de um ódio que queimava em minhas veias.
Catarina inclinou a cabeça levemente, como se saboreasse meu desespero.
— Em breve, você