Eu não durmo.
Não porque o eco volte com a mesma intensidade.
Mas porque ele está lá.
Latente.
Como brasa coberta por cinza.
O vínculo com Kael continua abafado. Não morri. Não é rompido. Apenas… escondido. Quando ele se aproxima, sinto uma tentativa de reacendir, como se algo estivesse tentando atravessar uma camada espessa.
Mas não é natural.
Não é como antes.
E isso me corrói.
Kael não saiu do meu lado desde uma conversa no corredor.
Não de forma sufocante.
Mas próximo o suficiente para que