Se alguém me dissesse há dois meses que eu estaria aqui, nesse exato lugar, ao lado de Thomas Montserrat, eu provavelmente teria rido. Com desprezo, cansaço... e uma dose generosa de incredulidade. Mas ali estava eu, de pés descalços em uma varanda de pedra antiga, o vento da Toscana dançando entre os fios do meu cabelo, o cheiro de lavanda e uva se misturando no ar quente do fim da tarde… e o som de Thomas rindo na cozinha atrás de mim, tentando — e falhando miseravelmente — preparar bruschett