A coletiva da Savannah ainda ecoava na minha cabeça como um trovão elegante. Ela tinha incendiado o mundo com palavras frias e afiadas, e ninguém, absolutamente ninguém, saiu ileso. Damon desapareceu — covarde como sempre — e os investidores voltaram a nos ver com olhos de ouro.
Mas não era só isso que latejava em mim. Era ela. Ela, de pé naquela maldita sala, olhando o mundo nos olhos e dizendo: "Não sou escudo. Sou espada."
Porra.
Eu estava apaixonado por uma mulher que podia me destruir — e