O que mais me tira o sono nesses últimos dias não é a ausência dela. É a presença.
Savannah está mais perto do que nunca… e, ao mesmo tempo, parece me escapar por entre os dedos. Cada gesto dela é calculado, cada olhar carrega segundas intenções, cada toque é como uma armadilha deliciosamente armada. Ela está testando, jogando comigo. E Deus do céu… como eu amo o jogo.
Hoje, quando ela entrou na minha sala com aquele vestido azul-marinho que moldava suas curvas como se tivesse sido costurado na