Era pra ser um jantar casual. Foi o que ele disse. Um simples jantar. “Nada demais.”
Claro que com Thomas Montserrat, nada é só nada.
O motorista me buscou às 19h30. Vestido preto, salto discreto, maquiagem leve. Eu estava pronta pro tipo de evento que ele costuma brilhar — uma noite cara, com gente importante e taças de espumante intermináveis.
Mas o carro não foi pra nenhum restaurante badalado, nem mesmo hotel de luxo. Fomos para o centro da cidade. Um antigo teatro restaurado, com uma faixa