Bruno estava encurralado. Pela primeira vez, a expressão arrogante foi substituída por puro pavor. Suas mãos tremiam, e o suor escorria pela testa. Leonel segurava-o pela gola, os olhos como lâminas prestes a cortar qualquer resquício de resistência.
— Acha que pode brincar com minha vida? Com a da Luna? — rosnou, apertando ainda mais, fazendo Bruno quase perder o ar.
— Eu... Eu só queria... — tentou falar, mas Leonel o sacudiu com força.
— Queria o quê, hein? Destruir tudo o que meu pai constr