E mesmo que a pergunta seja para ele, ela me acelera como uma arma apontada na minha direção.
“Onde você estava?”
Com quem você estava?
E o efeito é instantâneo.
Niccolai começa a soltar meu braço devagar, sem tirar os olhos dos meus, e dá um passo para trás como se me segurar doesse nele. Como se precisasse ficar mais longe para absorver o que eu perguntei.
— Que insinuação é essa? — devolve, baixo, os olhos se estreitando.
— Só responda! — levanto a voz, e o som rebate nas paredes do quarto.