O calor das lareiras arde meu rosto pelo choque térmico do frio lá fora. Estamos no salão de recepção, que antes era só um espaço enorme, cheio de lareiras, mas que agora tem conjuntos de sofás, cadeiras e poltronas ao redor de cada uma delas.
Meus dedos apertam os de Niccolai, enquanto pergunto quem é o homem que eles acabaram de interrogar.
E quando seu olhar desvia para o chão… meu sangue gela.
Então, Niccolai passa uma mão pelo cabelo e seus olhos voltam para os meus.
— Ele não era da guar