Julieta lutava contra as algemas que a prendiam à cama. Seu pulso começava a doer, mas não parava de insistir:
— Me solte, Marcelo. Te peço pela enésima vez em... cinco minutos — Julieta olha o relógio na parede cansada— pelo menos tire isso de mim.
Marcelo, imperturbável, deixou uma bandeja com comida e água sobre a mesinha ao lado da cama. Seu rosto estava tenso, mas evitava contato visual com Julieta.
— Não posso fazer isso. Estou esperando ele me avisar.
Não era preciso perguntar quem e