Horas depois, Alya acordou no meio da noite. A lareira crepitava baixo, e Paolo não estava na cama. Assustada, levantou-se e encontrou a porta da casa entreaberta.
A luz do luar entrava pela fresta. Ela espiou e o viu do lado de fora, sentado nos degraus da varanda. Ele estava quase imóvel, o olhar perdido na escuridão.
— Paolo? — chamou, baixinho.
Ele virou o rosto devagar.
— Eu não consegui dormir.
— Está tudo bem?
Ele fez que sim, mas o modo como os dedos dele tamborilavam contra a perna o