O sol daquele fim de tarde parecia feito de ouro derretido, espalhando brilho sobre tudo. Alya estendeu o lençol no varal e sorriu quando sentiu a brisa morna tocar o rosto. Paolo vinha logo atrás, carregando o cesto com o resto das roupas.
— Você pendurou torto. — ele disse, brincando.
— Torto é o seu olho. — ela retrucou, rindo — O lençol está retinho.
Ele fingiu analisar com seriedade.
— Hm... acho que não. Está meio inclinado.
— Ah, é? Quer ver inclinado de verdade?
Antes que ele entendess