A manhã começou com o cheiro de terra molhada. Tinha chovido durante a madrugada, e o quintal ainda guardava pequenas poças de água nas pedras. Alya saiu de casa com o balde nas mãos, pronta para recolher algumas ervas que cresciam perto da cerca. O vento ainda estava frio, mas o sol começava a aquecer as folhas.
Ela andava distraída, os pés descalços sentindo o barro úmido. Foi então que parou de repente. O olhar caiu sobre uma das madeiras do cercado, uma tábua que ficava perto do portão la