Tarde da noite, no ambiente opressivo de uma sala VIP de um clube noturno, Adriano e Mário afogavam suas mágoas em álcool. Diante deles, uma pilha de garrafas vazias crescia como um monumento ao fracasso, enquanto o líquido âmbar descia por suas gargantas numa tentativa inútil de entorpecer a consciência.
Ao redor deles, os mesmos amigos que antes riam e planejavam estratégias cruéis agora permaneciam em um silêncio desconfortável, testemunhas mudas da ruína deles.
— Adriano, chega! — Interveio