A cabana parecia menor naquela noite. As paredes de madeira absorviam o silêncio espesso, enquanto do lado de fora o vento lambia as janelas com inquietação. Era como se o próprio mundo ainda ecoasse o que havia acontecido no ritual. Mas ali dentro, no abrigo frágil de tábuas e velas vacilantes, havia uma trégua silenciosa.
Brianna olhava pela janela. O reflexo do vidro mostrava seu rosto pálido, os olhos marcados pelo cansaço. Seus dedos tocavam levemente o símbolo que Thanar deixara gravado e