O silêncio da manhã seguinte era quase sagrado.
A cabana estava envolta em um calor suave, como se as chamas da lareira ainda ardessem mesmo já apagadas. Brianna abriu os olhos devagar, a pele ainda suada, o corpo levemente dolorido, mas pleno. Entre os cobertores de pele e os corpos ao seu redor, ela sentiu o mundo girar em uma nova frequência.
Peter dormia de um lado, o braço pesado sobre sua cintura. Klaus, do outro, observava-a em silêncio, os olhos vermelhos calmos, mas alertas. Ele não do