Deirdre se esforçava para sair da cama e o telefone da sala ainda berrava incessantemente. Era como se o aparelho pudesse representar seu próprio sofrimento sem fim. Por fim, ela saiu do quarto, com muita dificuldade, desceu as escadas e pegou o telefone.
O rosnado irritado de Brendan a cumprimentou:
― Achei que ia enrolar um pouco mais! ―
Os dedos de Deirdre apertaram o fone.
‘Você fala como se não fosse responsável pelo meu estado.’
Fazia muito frio no escritório, na hora em que ele