O sol já havia se escondido, mergulhando a cidade em um véu de sombras, mas dentro da mansão, a noite parecia ainda mais densa, como se estivesse carregada por algo que pairava no ar, invisível e implacável. Kiara estava sentada no sofá da sala, suas pernas cruzadas e os braços em torno de si mesma, como se tentasse se proteger de um frio inexistente. Seus olhos estavam fixos nas luzes da cidade, que piscavam além das janelas de vidro, oferecendo um contraste vibrante ao seu estado interno. Ela