TARYN
O dia passa sem que eu perceba.
Ou talvez, eu só esteja com a mente ocupada.
Permaneço no quarto, sentada perto da janela, observando a luz mudar sobre os jardins. A manhã se arrastou, já a tarde logo virou noite. Não recebi nenhuma visita e apesar de ter visto alguns criados rindo e passando com arranjos de flores pela janela, não senti vontade de deixar meus aposentos e descobrir a razão de tanto movimento.
Eu não esperava por ele, meu noivo.
Mas sua ausência ainda dói.
A mão queimada a