TARYN
Três dias.
Três dias em que meu mundo permaneceu reduzido a quatro paredes úmidas.
Ninguém veio me ver.
Os guardas só apareciam para empurrar comida pela portinhola, surpreendentemente boa para uma prisioneira. Ensopado, aveia quente, pão fresco. Irônico, quando eu estava quase enlouquecendo com o silêncio.
Ninguém falava comigo além de um “aí está” ou “afaste-se da porta”.
Mas o pior não eram os dias.
As noites…
As noites eram um tormento.
Sempre que o breu dominava a cela, eu sentia.
Se