Irina afastou-se rapidamente, os olhos arregalados, as mãos indo instintivamente ao pescoço. Uma dor aguda e pulsante marcava o local da mordida, queimando e ao mesmo tempo provocando uma sensação estranha, quase viciante.
— Você… você não pode… — tentou falar, a voz trêmula, mas ele se aproximou, firme e implacável, os olhos brilhando intensamente.
— Agora você é minha — disse ele, a voz rouca e carregada de autoridade. — Eu marquei você. É um compromisso antigo… algo que nem você nem eu podem