Mundo de ficçãoIniciar sessãoA casa de Miguel não era grande, mas tinha algo que eu não sentia havia meses: respiro. O portão fechou atrás do carro e, por um instante, fiquei ali sentada, as mãos no colo, como se meu corpo ainda esperasse algum tipo de impacto. Miguel desligou o motor e me olhou, avaliando meu estado sem dizer nada.
— Entra — disse, por fim. — Aqui você pode baixar a guarda. Obedeci sem discutir. O corredor era simples, cheiro de café antigo no ar, móveis que carregavam mais funcional






