O frio canadense parecia atravessar o casaco de Eloise quando seus olhos se fixaram naquela silhueta encostada na parede do prédio. Por um segundo, ela pensou que fosse uma alucinação causada pelo cansaço da viagem. Mas não era. O rosto, o jeito arrogante de cruzar os braços, o sorriso de canto que sempre escondia algo, não havia engano possível.
— Jonas? — a voz dela saiu em um sussurro, incrédula. — O que você está fazendo aqui?
Ele descruzou os braços e se aproximou com passos lentos, como s