A porta do quarto bateu atrás deles com um estrondo abafado, seguido de gargalhadas que se espalharam pelo ambiente. Eduardo quase tropeçou no tapete da entrada, mas Jinx o segurou pela camisa, puxando-o para si e grudando seus lábios nos dele em um beijo afoito, regado pelo gosto doce do vinho e pela alegria da noite.
— Você foi ridículo lá em cima — ela disse entre risos, mordiscando a boca dele. — Mas eu nunca amei tanto você como naquele palco.
— Ridículo? — ele arqueou a sobrancelha, tentando parecer ofendido. — Achei que tinha sido absolutamente maravilhoso.
— Foi… — Jinx o beijou outra vez, mais demorada agora. — Você foi perfeito.
Os dois estavam alegres, mais leves do que em muito tempo. A bebida havia soltado o riso fácil, mas era o amor que fazia cada riso deles parecer tão certo. Eduardo a prensou contra a parede, as mãos já subindo pela lateral do vestido leve que ela usava.
— Esse troço precisa sair agora. — Ele falou entre beijos no pescoço dela.
— Então tir