Eduardo não pensou duas vezes: deu a volta na mesa com um pulo, segurou Kaio pelos ombros e o ergueu como se o menino fosse leve como uma pena. O garoto se contorcia para respirar, com os olhos arregalados, o rosto cada vez mais avermelhado e agora inchando em torno dos lábios e olhos.
— Respira, pequeno, respira… — Eduardo repetia, sem saber o que fazer além de manter Kaio firme contra o peito. — Aguenta firme!
Lucas e Tobi congelaram, olhando com o terror estampado no rosto. Noah, em choque,