Eduardo a levou até o carro com os dedos entrelaçados aos dela. O trajeto até a casa dele foi tranquilo, cheio de pequenos sorrisos trocados em um silêncio confortável.
Quando chegaram, ele a acompanhou até a porta, ainda segurando sua mão como se não quisesse soltar.
— Às sete venho te buscar. — ele disse. — Esteja pronta.
— Sete? Então dessa vez é um encontro? — ela provocou, erguendo uma sobrancelha.
— É mais do que isso. — ele respondeu com um meio sorriso. — Confia em mim.
Ela assentiu e o