O horizonte noturno de Hong Kong cintilava além das janelas do chão ao teto da suíte de Phillip. A cidade vivia com reflexos de neon dançando sobre o porto. Mas Phillip mal notou. Ele ficou olhando para o celular por um bom tempo depois de enviar sua mensagem de boa noite de sempre para Katherine.
— Mais dois dias, querida. — prometeu Phillip, em voz baixa, falando para o nada.
Para ela, já era a manhã seguinte nos Estados Unidos, mas para ele, a noite se estendia, por horas a fio. Mas ele não