O esconderijo de Daniel ficava no submundo da cidade, um sótão mal iluminado que cheirava a charutos, uísque e mofo. O tipo de lugar ideal para criminosos.
Assim que Phillip, Eduardo e Caleb entraram, Daniel já os esperava. Estava sentado em uma poltrona de couro, elegante e simpática como um rei decadente em seu trono, com um copo de cristal girando preguiçosamente entre os dedos.
— Ora, ora. — disse ele lentamente, os lábios se curvando num sorriso preguiçoso e perigoso. — A que devo o pra