LEAH HAMPTON
O som das explosões do videogame preenchia a sala de estar, se juntando aos gritos ocasionais de Mark quando ele vencia uma fase difícil.
— Vai, Mark! Pula na cabeça do cogumelo! — Incentivei, deitada no sofá com os pés para o alto, ainda de pijama cirúrgico. Eu tinha chegado há uma hora.
— Consegui! — Mark levantou os braços. — Leah, você viu? Eu sou um mestre!
— Vi sim, mestre dos controles. — Ri, espreguiçando-me.
Olhei para o relógio na parede. 20:30.
Markus ainda n