MARKUS BLACKWOOD
A casa tinha sons eletrônicos de explosões e chutes na bola que vinham da sala de estar.
Mark estava sentado no tapete, com o controle do videogame na mão, a língua levemente para fora em concentração total. Ele estava jogando FIFA.
— E aí, campeão? — cumprimentei, afrouxando a gravata. — Ganhando ou perdendo?
— Ganhando, óbvio — ele respondeu sem tirar os olhos da TV. — 3 a 0 no Real Madrid. Sou imbatível.
— Modesto também — ri, bagunçando o cabelo dele.
Olhei ao redor