MARKUS BLACKWOOD
A pizza tinha chegado, mas a minha fome tinha evaporado completamente, substituída por uma ansiedade que vibrava no meu estômago como um enxame de abelhas. Mark estava na segunda fatia, com os olhos grudados na TV, onde o jogo de futebol continuava.
Eu precisava do controle remoto. E precisava agora.
— Mark. — Chamei, limpando a garganta. — Pausa o jogo um minuto.
— Ah, pai! — Ele reclamou, sem desviar o olhar. — Tô no meio de um contra-ataque! Se eu pausar agora, perco