Dianne
O carro estacionou em frente a clínica. A porta foi aberta para Adan. Ele desceu e estendeu-me a mão. Entramos e não havia ninguém na recepção além das duas moças atrás do balcão. Elas se levantaram rapidamente, com sorrisos nervosos.
— Bom dia, senhor presidente — disse uma delas.
— Bom dia, senhor. Bom dia, srta. Heller — falou a outra.
— Olá — respondeu Adan.
As duas o olhavam sem piscar. Os sorrisos não abandonavam os seus rostos. Isso me incomodou. Era assim que as mulheres o olhavam