Dianne
Ao estacionar em frente da primeira casa, avistei o corretor que falava ao telefone. Ele estava parado na entrada da garagem. Desci e fui até ele. Quando olhei para trás, Nicholas vinha no meu encalço.
— Não precisa entrar. Pode ficar aqui fora.
— Sim, senhorita.
O corretor se virou e sorriu encerrando a ligação. Homem de meia-idade, bronzeado artificial, camisa de seda tão apertada ao corpo quanto as suas calças que terminavam antes dos tornozelos. Sapato social e um sorriso branco demai