Adan
Já era tarde, muito tarde. Sentado na sala de estar na Casa da Família, bebia uma dose dupla de um bom malte. Ali, sozinho, às duas da manhã, eu pensava somente em Dianne. A minha mente era preenchida com a memória da sua face cheia de medo e tristeza. Nos meus ouvidos ecoava o choro ao falar sobre a gestação. Isso me assombrava.
Eu tinha medo de que ela interrompesse a gravidez. Tinha medo de perdê-la. Perguntava-me a todo instante se havia a possibilidade de Dianne partir a qualquer mome