Anna
Acordei com o choro de Sofia, um som que eu já conhecia de cor e que não era desesperado, mas insistente, como se ela soubesse que alguém viria. O sol entrava pelas frestas da cortina e iluminava o quarto de hóspedes em tons suaves de dourado enquanto eu me levantava rapidamente, vestindo um robe sobre o pijama para caminhar até o quarto dela.
Sofia estava em pé no berço, com as mãozinhas agarradas às barras e o rostinho vermelho de sono e impaciência, mas, assim que me viu, o choro parou