Capítulo 66

Anna 

A manhã chegou com uma luz cinzenta e fria filtrada pelas cortinas da sala. Eu acordava sempre um pouco antes do alarme, um hábito antigo que o trabalho com Leornado havia reforçado, mas naquela manhã, quando abri os olhos, percebi que o silêncio habitual já fora quebrado. Não havia o chorinho baixo vindo do quarto de Sofia; em vez disso, ouvia

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