Leornado
O sol da manhã filtrava-se pelas cortinas semiabertas da sala de estar, projetando padrões suaves no piso de madeira. Eu estava sentado à mesa de jantar com uma xícara de café preto à minha frente; o aroma subia devagar, quente e familiar, mas estranho ao mesmo tempo. Não me lembrava da última vez que havia tomado café ali, naquele espaço que sempre servira mais como uma extensão do meu trabalho do que como um lar. As paredes pareciam ecoar o silêncio de sempre, mas agora, com Sofia n