Cap.113
O eco do tapa reverberou pelo salão como um estalo de raio em meio à sinfonia de murmúrios. Mima recuou um passo, a mão grudada na face que começava a avermelhar, com a marca nítida dos dedos de Selene.
Seus olhos, antes cheios de veneno, agora estavam arregalados de puro choque.
Rose ficou paralisada ao seu lado, a máscara de deboche congelada em uma careta de incredulidade.
O silêncio foi absoluto por dois segundos que pareceram uma eternidade.
— Chega, Mima — disse Selene, sua voz su