No Rio de Janeiro, Giulia se sentia sozinha. Mesmo com sua filha ao seu lado, Camille fazia muita falta. Havia quase três anos que ela morava naquele apartamento. Antes, vivia no alojamento da faculdade.
Assim que passou no concurso de terapeuta ocupacional, Giulia ofereceu seu apartamento. Em troca, Camille ajudava nas despesas. Não era necessário, mas ela jamais aceitaria morar de graça. Era orgulhosa, e Giulia respeitava isso.
Para Giulia, Camille era como uma irmã. Como filha única, ela ama