André Martins olhava para a fachada do restaurante com os olhos marejados. O nó em sua garganta era sufocante. Com as mãos trêmulas, ele tentou ligar para Rafael, mas a chamada caiu direto na caixa postal. Sem opções, discou o número de Kauan, que atendeu prontamente após o terceiro toque.
— Pô, mano, o que houve? — perguntou Kauan, percebendo a respiração pesada do amigo.
André desabafou, a voz embargada pela tristeza:
— Meu restaurante foi interditado, cara... Interditado! Dá para acreditar n