As três batidas ecoaram pelo túnel.
Uma.
Duas.
Três.
Ninguém se moveu.
Dário puxou a menina para trás de si. Eduardo levantou o rosto, desconfiado. Celina segurou o braço de Amélia, que continuava imóvel diante da porta.
— Quem está aí? — Gabriel perguntou.
Do outro lado, uma voz respondeu:
— Alguém que vocês deixaram morrer.
Augusto empalideceu.
— Isadora?
A porta se abriu lentamente.
Uma mulher surgiu no vão, apoiando-se contra a parede. Tinha os cabelos molhados, o rosto pálido e um corte so