Sem pensar duas vezes e ignorando o tecido do meu casaco nobre, ajoelhei-me diretamente no asfalto para ajudá-lo a recolher os papéis espalhados antes que rasgassem.
— Muito obrigada pela sua generosidade de espírito, minha filha. Deus abençoe a sua vida — o homem agradeceu, a voz trêmula pelo cansaço, enquanto se levantava com dificuldade.
Esbocei um sorriso doce, entregando as folhas organizadas nas mãos dele. — Não foi nada, fique calmo. Fico feliz em ajudar o senhor.
No entanto, enquanto nó