A música terminou sob aplausos.
Helena ainda segurava a mão de Dante.
Só percebeu isso quando uma das crianças correu pelo salão e esbarrou levemente nela.
Ela soltou a mão dele quase no mesmo instante.
O gesto foi rápido.
Instintivo.
Mas não passou despercebido.
Dante apenas baixou os olhos.
Sem reclamar.
Sem insistir.
E, curiosamente, essa ausência de cobrança fez Helena se sentir ainda pior.
— Eu... — ela tentou dizer alguma coisa.
Ele sorriu de leve.
— Está tudo bem.
Mas ela sabia que não e